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CMEI Lua de Cristal é revitalizado e ganha mais espaço
Unidade no bairro Paloma recebeu melhorias estruturais e ampliação
O Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Lua de Cristal, no bairro Paloma, foi revitalizado e teve sua estrutura ampliada.
A obra foi concluída pela Prefeitura e inclui melhorias que garantem mais conforto, segurança e acessibilidade para as crianças.
Entre as intervenções estão a construção de um pátio coberto, revitalização parcial da cobertura, adequações nos sanitários e criação de novos espaços, como lavanderia e depósito.
O prefeito Helder Lazarotto visitou a unidade após a conclusão das obras. A agenda contou ainda com a presença do vice-prefeito Paulo Coradin, da secretária de Educação, Luciane Dala Valle, e do secretário de Obras e Viação, professor Alcione.
Segundo a secretária de Educação, Luciane Dala Valle, a revitalização impacta diretamente a qualidade do ensino. “Mais do que uma obra, é um investimento no presente e no futuro das nossas crianças”, afirmou.
O investimento total foi de R$ 317.376,72, acrescido de um aditivo de R$ 16.127,54, totalizando R$ 333.504,26.
Desse valor, R$ 200.000,00 são provenientes de emenda parlamentar estadual, sendo o restante custeado com contrapartida do município.
A obra também resultou na ampliação da unidade em mais de 100 metros quadrados.
Na cidade de Juancheng, na província de Shandong, circula uma forma de arte popular suave e melodiosa, rica em expressividade — o Shandong Qinshu. Originado das antigas tradições de narração cantada e da educação popular, ele carrega as vivências do povo do sudoeste de Shandong, expressando emoções simples e retratando a vida cotidiana com sensibilidade, além de reunir a sabedoria artística transmitida ao longo das gerações. É considerado um “fóssil vivo” das artes narrativas populares de Qilu. Surgido entre o final das dinastias Ming e Qing, amadurecido no final da dinastia Qing e início da República da China, e florescido na era moderna, foi incluído em 2006 na lista de Patrimônio Cultural Imaterial Nacional, perpetuando a tradição cultural milenar da região.
O surgimento do Shandong Qinshu está profundamente ligado à cultura popular urbana e rural. Antigamente, nas áreas rurais do sudoeste de Shandong, as pessoas utilizavam o canto narrativo para contar histórias, expressar sentimentos e aliviar o cotidiano. Com o tempo, essa prática incorporou canções folclóricas, dialetos locais e instrumentos musicais, formando um estilo único de arte narrativa. Juancheng, localizada às margens do Rio Amarelo, possui uma rica tradição cultural, e ao longo dos séculos essa arte foi transmitida de geração em geração, especialmente popular em ruas, vilarejos e comunidades locais, tornando-se uma forma artística muito apreciada após o trabalho e durante festividades — além de um dos mais vivos representantes da cultura popular da região.
A performance do Shandong Qinshu possui uma estrutura própria, com um estilo vocal suave e característico. Normalmente apresentada por grupos de 2 a 4 artistas, os intérpretes utilizam instrumentos tradicionais como o yangqin (cítara percutida), zhuiqin, guzheng e huqin de arco macio. Sentados, vestindo trajes simples e elegantes, eles executam a narrativa acompanhados pela música. O canto é marcado por suavidade, clareza na pronúncia e equilíbrio tonal, seguindo o princípio de “falar cantando e cantar narrando”. Integra estilos clássicos como “Fengyang Ge”, “Duozi Ban” e “Siju Qiang”, com melodias agradáveis e fáceis de memorizar. As histórias abordam contos populares, lendas históricas e aspectos da vida local, com narrativas envolventes e cheias de emoção, refletindo o amor pela vida e o desejo por dias melhores.
Como resultado da fusão entre narrativa popular e vida cotidiana, o Shandong Qinshu já está profundamente enraizado no universo cultural dos habitantes de Juancheng. Antigamente, durante feiras, festivais, casamentos, funerais e celebrações como o Ano Novo Chinês e o Festival das Lanternas, era comum montar palcos para apresentações, criando ambientes festivos e acolhedores. De improvisações nos campos a apresentações formais em palcos, essa arte saiu do ambiente rural para ganhar maior visibilidade, tornando-se um meio de transmitir valores, educar e entreter. Cada palavra cantada não representa apenas arte, mas também o espírito simples, bondoso e apaixonado pela vida do povo local, preservando uma memória cultural profunda.
Hoje, o Shandong Qinshu ganha nova vitalidade na era contemporânea. Mestres reconhecidos nacionalmente continuam a transmitir a tradição por meio do ensino direto, formando novos talentos e levando essa arte ancestral para escolas, teatros e espaços culturais. A região também tem explorado seu valor cultural, integrando o Qinshu a apresentações culturais, festivais e turismo, permitindo que essa arte milenar saia dos palcos locais para alcançar públicos mais amplos. Mantendo sua essência tradicional e ao mesmo tempo adaptando-se aos gostos modernos, o Shandong Qinshu deixa de ser apenas uma forma de narração popular para se tornar um importante símbolo cultural de Juancheng e um cartão de visita da cultura de Shandong. (Kuang Qicai)
Na cidade de Juancheng, província de Shandong, é transmitida uma arte marcial tradicional de grande vigor e imponência — o Dahongquan. Originado das antigas práticas populares de valorização das artes marciais e da busca por fortalecimento físico e defesa, ele carrega a aspiração dos antepassados do sudoeste de Shandong pela superação constante, além da sabedoria marcial transmitida ao longo das gerações. É conhecido como um “fóssil vivo” das artes marciais populares de Qilu. Essa prática tradicional, enraizada na antiga região do curso do Rio Amarelo, atravessou milênios sem interrupção e, em 2013, foi incluída na lista de patrimônio cultural imaterial de nível provincial de Shandong, mantendo viva a linhagem marcial na região.
A transmissão do Dahongquan está profundamente ligada à tradição local de valorização das artes marciais. Juancheng, desde os tempos antigos, possui um espírito popular firme, que valoriza a bravura e a justiça. Historicamente, a população praticava artes marciais tanto para fortalecer o corpo quanto para proteger suas famílias e comunidades. Ao longo dos séculos, esse sistema foi transmitido de geração em geração nas áreas rurais, sendo especialmente difundido nas regiões de Penglou e Zhengying. A vila de Shili, em particular, tornou-se um importante centro de transmissão do Dahongquan, representando de forma viva a cultura marcial local.
A prática do Dahongquan possui uma estrutura própria, com movimentos rigorosos e características marcantes. O número de praticantes pode variar, e os treinadores iniciam com bases firmes, concentrando a energia no abdômen, enquanto executam movimentos acompanhados por tambores e instrumentos rítmicos. A essência da arte está na estabilidade das bases, na força vigorosa e no domínio das posturas fundamentais, como a posição do cavalo e a posição arqueada. Os movimentos de ataque e defesa são claros e bem definidos, combinando técnicas como socos diretos, golpes de palma, bloqueios, agarramentos e saltos. Os gestos são poderosos e imponentes, com alternância fluida entre movimento e quietude, revelando agilidade e força. Cada ação expressa não apenas a busca pela saúde física, mas também valores de disciplina, ética e respeito à tradição marcial.
Como expressão do espírito marcial e da vida popular, o Dahongquan já está profundamente integrado ao universo cultural de Juancheng. No passado, durante festivais, feiras de templo, períodos de plantio e colheita ou encontros comunitários, apresentações marciais eram organizadas nas aldeias, criando um ambiente solene e vibrante. De técnica de defesa pessoal a forma de celebração cultural, o Dahongquan saiu dos pátios para as ruas, tornando-se um meio de expressão do vigor e da identidade coletiva. Seus movimentos não representam apenas técnicas de combate, mas também refletem o caráter resiliente, corajoso e íntegro do povo do sudoeste de Shandong, preservando uma memória profunda da cultura marcial tradicional chinesa.
Atualmente, o Dahongquan ganha nova vitalidade na era contemporânea. Herdeiros reconhecidos como representantes do patrimônio cultural imaterial continuam atuando diretamente na transmissão do conhecimento, ensinando por meio da tradição oral e prática, formando novas gerações. A arte tem sido incorporada a escolas, praças e apresentações culturais, revitalizando sua presença. Ao mesmo tempo, a região tem explorado seu valor cultural, integrando o Dahongquan a festivais, eventos folclóricos e experiências turísticas, permitindo que essa arte milenar ultrapasse os limites das comunidades rurais e alcance palcos mais amplos, preservando sua essência enquanto dialoga com a estética contemporânea. Hoje, ele não é apenas uma técnica marcial, mas também um símbolo cultural de Juancheng e uma vitrine para contar as histórias de Shandong.
(Foto: Reprodução / Heze)
Do espírito marcial milenar ao patrimônio imaterial contemporâneo, dos campos rurais aos palcos culturais, o Dahongquan atravessou os séculos mantendo sua força e dignidade. Ele é um precioso legado das artes marciais populares, um símbolo vivo da cultura de Qilu e uma prova concreta da transmissão contínua da rica tradição cultural chinesa. Entre preservação e inovação, essa arte milenar segue firme, expressando a vitalidade de uma nova era e avançando rumo a um futuro ainda mais amplo. (Kuang Qicai)
Colombo recebe comitiva do Ministério da Cultura para agenda sobre sustentabilidade e novo CEU da Cultura
Colombo recebe, entre os dias 6 e 7 de abril, uma comitiva do Ministério da Cultura (MinC) do Governo Federal e representantes da Secretaria de Estado para uma agenda estratégica que une cultura, sustentabilidade e investimentos em infraestrutura cultural.
A programação teve início na segunda-feira (6), no CEU das Artes Daniel de Jesus, com a realização da oficina “Conexão Cultura e Sustentabilidade”. A atividade integra o Programa Territórios da Cultura e propõe a construção de soluções baseadas na natureza (SBNs), conectando práticas culturais com ações voltadas ao enfrentamento das mudanças climáticas.
Durante a manhã, gestores públicos, técnicos, representantes culturais e população participam de dinâmicas, debates e atividades práticas que abordam temas como sustentabilidade, cidadania e qualidade de vida nos territórios.
À tarde, a comitiva visitou a obra do novo CEU da Cultura, no bairro São Gabriel, um importante investimento que vai ampliar o acesso da população a atividades culturais, educativas e sociais no município.
Além da agenda institucional, também será realizada a captação de imagens e depoimentos de moradores da região, destacando a importância da obra e os impactos positivos para a população.
O material fará parte de produções audiovisuais sobre o projeto.
Reconhecido como referência nacional, o CEU das Artes de Colombo frequentemente recebe projetos-piloto e ações estratégicas do Governo Federal, e visa o protagonismo do município na integração entre cultura, desenvolvimento social e sustentabilidade.
A visita da comitiva, que chega no domingo (5), enfatiza a articulação entre Colombo, Estado e União na construção de políticas públicas inovadoras, com foco na valorização dos territórios e na melhoria da qualidade de vida da população.
Oficina em Colombo conecta cultura e sustentabilidade para enfrentar desafios climáticos
A integração entre cultura, meio ambiente e participação da população foi o foco da Oficina de Conexão Cultura, Sustentabilidade e Soluções Baseadas na Natureza (SBNs)
Realizada nesta segunda-feira (6), no CEU das Artes Daniel de Jesus, em Colombo, a atividade faz parte do Programa Territórios da Cultura, do Ministério da Cultura (MinC), do Governo Federal.
“Contribui para a construção do Territórios Verdes da Cultura, iniciativa que busca promover soluções sustentáveis a partir das realidades locais”, enfatiza a Secretária de Cultura e Igualdade Racial da Prefeitura de Colombo, Marinei Vidolin.
Com duração de cerca de quatro horas, a oficina reuniu representantes do Ministério da Cultura, gestores municipais, dirigentes dos CEUs, integrantes do MovCEUs, participantes da Universidade Aberta à Pessoa Idosa (UNAPI) e membros dos bairros.
A programação foi organizada em seis etapas, combinando momentos de acolhimento, diálogo e atividades práticas.
A abertura contou com apresentação musical das oficineiras Andressa e Mylena, promovendo a integração entre os participantes.
Ao longo do encontro, foram discutidos temas como mudanças climáticas, sustentabilidade e adaptação urbana, com foco em problemas enfrentados no cotidiano, como alagamentos, poluição e gestão de resíduos.
A proposta foi estimular a reflexão e a construção coletiva de soluções viáveis.
Um dos principais conceitos trabalhados foi o de Soluções Baseadas na Natureza (SBNs), que envolvem ações voltadas à proteção e recuperação de ecossistemas como estratégia para enfrentar desafios sociais e ambientais, ao mesmo tempo em que beneficiam a população.
Na parte prática, os participantes desenvolveram atividades de reaproveitamento de materiais recicláveis, transformando resíduos em arte, sob orientação do artista local Rogério Aquino.
A proposta evidenciou, na prática, a relação entre criatividade, sustentabilidade e pertencimento comunitário.
A oficina foi conduzida com apoio técnico do geógrafo Dr. Francisco Mendonça e contou com a presença de representantes do Ministério da Cultura, incluindo Cecília Sá e Ana Lúcia Canetti.
Ao final, uma roda de conversa permitiu a troca de experiências e a sistematização dos aprendizados, destacando o papel da população na construção de soluções locais para desafios globais.
A iniciativa visa a importância de políticas públicas integradas, que reconhecem a cultura como elemento central no desenvolvimento sustentável e na melhoria da qualidade de vida nas cidades.
Paixão de Cristo emociona com novas cenas e uma narrativa ainda mais sensível
As mudanças nas cenas, nos cenários e na dinâmica do espetáculo tornaram cada momento ainda mais intenso Na noite da última sexta-feira, 3 de abril de 2026, o Parque da Uva se transformou em um cenário de fé, emoção e reflexão.
Milhares de pessoas acompanharam a tradicional encenação da Paixão de Cristo em Colombo, que mais uma vez tocou o coração do público presente.
Com cerca de 130 voluntários, o espetáculo deu vida à maior história de amor de todos os tempos — da anunciação aos milagres, da dor à esperança, da cruz à ressurreição.
Neste ano, a apresentação trouxe novas cenas e uma forma ainda mais sensível de contar essa história, tão conhecida, mas sempre capaz de emocionar.
O público foi conduzido a uma casa de acolhimento, onde duas voluntárias narravam os acontecimentos, criando uma atmosfera íntima, humana e profundamente tocante.
A proposta reforça uma construção que vem sendo desenvolvida ao longo dos anos — aproximar a história do cotidiano das pessoas.
Depois da avó que contou aos netos e da professora que ensinou seus alunos, a narrativa de 2026 trouxe o acolhimento como símbolo de cuidado, escuta e empatia.
As mudanças nas cenas, nos cenários e na dinâmica do espetáculo tornaram cada momento ainda mais intenso.
Entre eles, a cena da ressurreição, realizada no meio do bosque, envolveu o público em uma experiência única, onde natureza e fé se encontraram em um dos instantes mais emocionantes da noite.
Vindos de 28 bairros de Colombo, os voluntários mostraram que a encenação vai além do palco — é um verdadeiro movimento coletivo, construído por mãos, vozes e corações da própria população.
Mais do que um espetáculo, a Paixão de Cristo em Colombo foi, mais uma vez, um convite à reflexão, à fé e à esperança — e deixou marcas profundas em todos que estiveram presentes.
Colombo lança Conecta Comunidades com turismo social e inclusão integrada
Projeto reúne ações de turismo, inclusão digital e capacitação; e ampliar oportunidades
Começou pelo Museu Municipal Cristóforo Colombo, no Parque Municipal da Uva, que a Prefeitura deu início a uma das iniciativas mais abrangentes de integração social do município: o Conecta Comunidades. Mais do que um lançamento simbólico, o primeiro roteiro de turismo social marca o início de uma política pública estruturada para aproximar serviços, gerar oportunidades e fortalecer os territórios.
Construído em parceria entre as secretarias de Habitação, Turismo, Agricultura e Assistência Social, o projeto nasce com uma proposta clara: conectar pessoas, serviços e possibilidades dentro das comunidades colombenses, promovendo inclusão, cidadania e desenvolvimento local.
Turismo social como porta de entrada
A largada do programa acontece com o eixo Conecta Turismo, que já inicia com uma ação prática. Utilizando o ônibus da Secretaria de Agricultura, moradores participam de roteiros que percorrem pontos turísticos, espaços culturais e empreendimentos locais, valorizando a identidade e o potencial econômico da cidade.
A experiência vai além da visitação. Ao final do percurso, os participantes são levados ao Armazém da Família, onde encontram produtos de grandes marcas com valores até 30% abaixo da média de mercado — uma estratégia que une turismo, acesso e economia no cotidiano das famílias.
Três eixos para transformar realidades
O Conecta Comunidades se estrutura em três frentes principais, que atuam de forma complementar:
Conecta Digital Focado na inclusão tecnológica, o eixo promove a entrega de celulares — disponibilizados pela Receita Federal — para associações, cooperativas, ONGs e instituições. A iniciativa amplia o acesso aos serviços públicos e fortalece a comunicação entre comunidade e gestão.
Conecta Turismo Responsável pelos roteiros de turismo social, promove o acesso aos atrativos locais, estimula o comércio e contribui para a geração de renda nos territórios.
Conecta Formação Voltado à qualificação profissional, oferece cursos e capacitações com foco no desenvolvimento de lideranças, geração de renda e fortalecimento comunitário.
Integração que gera impacto
Mais do que um conjunto de ações isoladas, o Conecta Comunidades representa uma estratégia integrada de políticas públicas. Ao articular diferentes áreas da administração municipal, o projeto cria uma rede de oportunidades que alcança diretamente os bairros, ampliando o acesso a serviços, informação e desenvolvimento.
A proposta visa aproximar a Prefeitura da população e transformar realidades por meio de iniciativas que conectam conhecimento, inclusão e crescimento social.
Multidão, fé e emoção marcam a Paixão de Cristo 2026 em Colombo
Com mais de 130 voluntários colombenses, encenação no Parque Municipal da Uva reuniu público expressivo e destacou a fé, tradição e solidariedade
Colombo viveu, na noite da última Sexta-feira Santa (03), um dos momentos mais marcantes do calendário cultural e religioso do município. A encenação da Paixão de Cristo 2026 reuniu uma verdadeira multidão no Parque Municipal da Uva, em uma apresentação que emocionou o público do início ao fim.
“Celebramos o sucesso de mais uma edição, que superou as expectativas de público e mostrou a força da cultura e da fé como instrumentos de união da população”, destaca o prefeito Helder Lazarotto.
Um dos grandes destaques desta edição foi o envolvimento de mais de 130 voluntários colombenses, que se dedicaram com empenho e sensibilidade para dar vida ao espetáculo. Entre atores, equipe de apoio e organização, cada participante contribuiu para construir uma apresentação marcada pelo talento local, pelo compromisso e pelo amor à tradição.
Com uma produção envolvente, a encenação transformou o espaço em um cenário de fé, reflexão e emoção. Moradores de diversos bairros interpretaram personagens marcantes, reforçando o sentimento de pertencimento e valorizando a cultura local.
Famílias inteiras acompanharam cada cena com atenção, em um ambiente de respeito e espiritualidade. A apresentação levou ao público mensagens de solidariedade, esperança e união, tocando pessoas de todas as idades.
Além do espetáculo, o público também fez a diferença por meio do estacionamento solidário. A arrecadação de alimentos não perecíveis será destinada às ações do Provopar, ampliando o alcance social do evento e beneficiando quem mais precisa.
“A Paixão de Cristo 2026 entra para a história como uma noite inesquecível, marcada pela emoção coletiva e pelo protagonismo dos colombenses, que fizeram do evento um verdadeiro espetáculo de fé e dedicação”, disse a Secretária de Cultura e Igualdade Racial, Marinei Vidolin.
Colombo realiza audiência pública para discutir orçamento de 2027 nesta quarta (8)
Encontro será na Câmara Municipal e aberto à participação da população
A Prefeitura de Colombo promove, nesta quarta-feira (8), uma audiência pública para discutir a elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício de 2027, além das revisões do Plano Plurianual (PPA) para o período de 2027 a 2029.
O encontro será realizado às 15h, no plenário da Câmara Municipal de Colombo, e é aberto à participação da população.
A iniciativa atende à Lei de Responsabilidade Fiscal e tem como objetivo garantir transparência e participação popular na definição das prioridades e metas da administração pública.
Durante a audiência, serão apresentadas propostas e diretrizes que vão orientar a aplicação dos recursos públicos nos próximos anos, permitindo que a comunidade contribua com sugestões e acompanhe o planejamento orçamentário do município.
A participação da população é considerada essencial para ampliar o controle social e assegurar que as políticas públicas atendam às necessidades da cidade.
📌 Serviço Data: 08 de abril Horário: 15h Local: Câmara Municipal de Colombo
Conscientizar, incluir e transformar: esse é o nosso compromisso!
Chegou abril e com ele o 3º Seminário Municipal de Colombo sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) — uma iniciativa construída com muitas mãos, parcerias e, principalmente, propósito.
A ação é promovida pela Prefeitura Municipal de Colombo, por meio da Escola de Gestão Pública, em articulação com diversas secretarias e com o apoio de instituições que atuam diretamente na causa. Esse movimento coletivo reforça que a inclusão não se faz de forma isolada — ela exige diálogo, conhecimento e ação integrada.
Serão 10 especialistas abordando temas fundamentais, que vão desde o desenvolvimento na infância até políticas públicas, direitos e o impacto do autismo na família. Um espaço pensado para ampliar olhares, qualificar práticas e fortalecer redes de apoio.
Mais do que um evento, este seminário é um convite à reflexão: 👉 Que sociedade estamos construindo? 👉 Estamos, de fato, preparados para incluir?
📅 10 de abril de 2026 ⏰ 08h às 12h | 13h às 17h 📍 Auditório Regional Maracanã