
Primeira turma já foi capacitada; nova etapa está prevista para julho
O Serviço de Família Acolhedora de Colombo, instituído por lei e em vigor desde 1º de outubro de 2025, é voltado à proteção de crianças e adolescentes afastados do convívio familiar, e já está em fase de implementação.
Entre os meses de março e abril, foi realizada a capacitação da primeira turma de famílias interessadas.
Parte dos participantes já foi habilitada e está apta a atuar no serviço, enquanto outros seguem nas etapas de avaliação.
Uma nova capacitação está prevista para julho, ampliando a oportunidade para famílias que desejam participar.
Para ingressar no programa, é necessário passar por um processo que inclui inscrição, entrevistas e avaliação técnica.
As inscrições podem ser feitas pelo site da Prefeitura ou diretamente pelo WhatsApp: (41) 8859-4835.
Para se tornar uma família acolhedora, é preciso atender a alguns critérios, como:
- ter mais de 21 anos;
- residir em Colombo;
- possuir renda familiar comprovada;
- não estar em processo de adoção.
Também é necessário:
- não ter antecedentes criminais;
- contar com moradia adequada;
- possuir boa saúde e estabilidade emocional;
- ter disponibilidade de tempo;
- e o apoio de todos os membros da família.
As famílias participantes recebem uma bolsa-auxílio mensal de R$ 1.579,95, destinada a contribuir com despesas relacionadas ao cuidado da criança ou adolescente, como:
- alimentação;
- vestuário;
- transporte;
- educação;
- saúde;
- lazer.
Em situações específicas, o valor pode ser complementado, conforme avaliação da equipe técnica.
Para a primeira-dama e secretária de Assistência Social, Elis Lazarotto, o Serviço de Família Acolhedora representa um avanço na forma como Colombo cuida de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.
Ao priorizar o acolhimento em ambiente familiar, a iniciativa garante mais proximidade, afeto e respeito à história de cada um.
“Por isso, a proposta é simples, mas essencial: oferecer um lar temporário, com segurança e cuidado, enquanto novos caminhos são construídos”, destaca Elis.












