As mudanças nas cenas, nos cenários e na dinâmica do espetáculo tornaram cada momento ainda mais intenso
Na noite da última sexta-feira, 3 de abril de 2026, o Parque da Uva se transformou em um cenário de fé, emoção e reflexão.

Milhares de pessoas acompanharam a tradicional encenação da Paixão de Cristo em Colombo, que mais uma vez tocou o coração do público presente.

Com cerca de 130 voluntários, o espetáculo deu vida à maior história de amor de todos os tempos — da anunciação aos milagres, da dor à esperança, da cruz à ressurreição.

Neste ano, a apresentação trouxe novas cenas e uma forma ainda mais sensível de contar essa história, tão conhecida, mas sempre capaz de emocionar.

O público foi conduzido a uma casa de acolhimento, onde duas voluntárias narravam os acontecimentos, criando uma atmosfera íntima, humana e profundamente tocante.

A proposta reforça uma construção que vem sendo desenvolvida ao longo dos anos — aproximar a história do cotidiano das pessoas.

Depois da avó que contou aos netos e da professora que ensinou seus alunos, a narrativa de 2026 trouxe o acolhimento como símbolo de cuidado, escuta e empatia.

As mudanças nas cenas, nos cenários e na dinâmica do espetáculo tornaram cada momento ainda mais intenso.

Entre eles, a cena da ressurreição, realizada no meio do bosque, envolveu o público em uma experiência única, onde natureza e fé se encontraram em um dos instantes mais emocionantes da noite.

Vindos de 28 bairros de Colombo, os voluntários mostraram que a encenação vai além do palco — é um verdadeiro movimento coletivo, construído por mãos, vozes e corações da própria população.

Mais do que um espetáculo, a Paixão de Cristo em Colombo foi, mais uma vez, um convite à reflexão, à fé e à esperança — e deixou marcas profundas em todos que estiveram presentes.